Pai: três letras e um mundo inteiro


Ludmila Magalhães

por Ludmila Magalhães

04/08/2021
Pai: três letras e um mundo inteiro

Pai, com certeza é uma dessas palavras interessantes que mesmo somente ao serem mencionadas já despertam um turbilhão de emoções e lembranças. É de se pensar até que está seja a origem de todas as outras palavras evocativas. Como em uma simples palavra de apenas três letras cabe tanta coisa, em uma pessoa só cabe tanto.  

O consenso é que o ser humano se constitui a partir da linguagem, neste sentido a importância da palavra. Falando em humanidade, o bebê humano é um mamífero extremamente dependente de outras pessoas, depois de ser gerado por um corpo continua precisando de cuidados até conseguir dar os primeiros passos e trilhar o próprio caminho.  Por isso, nasce situado em um tempo, espaço e em uma família. Antes mesmo de dizer, sobre esse bebê é dito tanta coisa sobre ele e somente posteriormente é que esse bebê vai dizer: pai!

A imagem do pai ao longo da história que já foi de herói, lei e sinônimo de rigidez para na atualidade ganhar contornos de alguém real.  É um pai que sente, participa, sonha, passa a ser sinônimo de cuidado, afeto e presença desde a vida intrauterina até se tornar lembrança na memória dos seus filhos e descendência. Afinal, é certo que lá no fundo a maioria das pessoas traz alguma história do pai, ainda que sejam daquelas contadas por outros.

Afinal, é do papel de pai que nasce a mediação do primeiro contato com o ambiente e a sociedade, sempre acompanhando quais são as necessidades e cuidados necessários com o filho em cada momento. Das inúmeras narrativas que vão sendo construídas nesse momento como o pai real que é imperfeito, as frustrações do se arriscar que dão conta do que constitui a matéria prima do viver, ganhamos a possibilidade do movimento em direção ao mundo.

Respeitando as individualidades e várias formas de exercer a paternidade de um jeito que marca a autenticidade de cada trajetória familiar, é o que direciona servindo de bússola, guia e norte.  Entre diferenças e semelhanças do papel de pai ao longo do tempo, pai é imortal, visto que segue vivo através dos seus.     

Ressaltando que embora, exista certa conceituação no que tange a palavra pai enquanto genitor. O papel de pai ou função paterna é muito mais do que este conceito pode abarcar, afinal diz respeito à presença de alguém real e disponível, pois no final das contas pai é papel de quem está presente ao longo de todo o processo de amadurecimento, se tornando espelho e inspiração na vida adulta.

 

Ludmila Magalhães - CRP: 03/ 21162

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